{"id":353,"date":"2018-10-16T11:36:18","date_gmt":"2018-10-16T10:36:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.gd4caminhos.com\/naom\/2019\/?page_id=353"},"modified":"2022-09-17T05:05:47","modified_gmt":"2022-09-17T04:05:47","slug":"castelo-de-vide","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/castelo-de-vide\/","title":{"rendered":"Castelo de Vide"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/2019\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Castelo-de-Vide-28_04_2007-197.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"250\" height=\"250\" class=\"alignnone size-medium wp-image-461\" src=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/2019\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Castelo-de-Vide-28_04_2007-197-250x250.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Castelo-de-Vide-28_04_2007-197-250x250.jpg 250w, https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Castelo-de-Vide-28_04_2007-197-150x150.jpg 150w, https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Castelo-de-Vide-28_04_2007-197-768x768.jpg 768w, https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Castelo-de-Vide-28_04_2007-197-120x120.jpg 120w, https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Castelo-de-Vide-28_04_2007-197.jpg 931w\" sizes=\"auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/a> <a href=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/2019\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/fontevila.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"250\" height=\"166\" class=\"alignnone size-medium wp-image-462\" src=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/2019\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/fontevila-250x166.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/fontevila-250x166.jpg 250w, https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/fontevila-120x80.jpg 120w, https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/fontevila.jpg 275w\" sizes=\"auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/2019\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/portfolio-1b.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-203\" src=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/2019\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/portfolio-1b-300x169.jpg\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<p>Perde-se nas brumas do tempo e das lendas a raz\u00e3o pela qual foi criada uma pra\u00e7a-forte neste local. Esta d\u00favida que s\u00f3 a arqueologia poder\u00e1 esclarecer com seguran\u00e7a, estaria possivelmente relacionada com a morfologia dos solos que juntamente com factores de estrat\u00e9gia de ordem territorial, uma vez que era necess\u00e1rio consolidar as rec\u00e9m conquistadas terras, levaram a que se fixasse um espa\u00e7o defensivo e criar condi\u00e7\u00f5es para possivelmente existentes e novas popula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Sabe-se por Rui de Pina que em 1299 Castelo de Vide era ainda &#8220;lugar et\u00e3 ma\u00eds ch\u00e3o q forte&#8221; ainda que desde essa data seja apelidado de &#8220;Castel da Vide&#8221; e que Afonso Sanches, filho de D. Afonso III, iniciou obras de reconstru\u00e7\u00e3o das muralhas que foram continuadas pelo seu irm\u00e3o, D. Dinis , ficando finalmente conclu\u00eddas no reinado de D. Afonso IV.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/2019\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/crato_anta.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"250\" height=\"188\" class=\"alignnone size-medium wp-image-464\" src=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/2019\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/crato_anta-250x188.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/crato_anta-250x188.jpg 250w, https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/crato_anta-120x90.jpg 120w, https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/crato_anta.jpg 648w\" sizes=\"auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/a> <a href=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/2019\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/crato_flor_da_rosa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"250\" height=\"188\" class=\"alignnone size-medium wp-image-465\" src=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/2019\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/crato_flor_da_rosa-250x188.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/crato_flor_da_rosa-250x188.jpg 250w, https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/crato_flor_da_rosa-120x90.jpg 120w, https:\/\/gd4caminhos.com\/naom\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/crato_flor_da_rosa.jpg 648w\" sizes=\"auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/a>Estes melhoramentos dotavam esta pra\u00e7a de melhores condi\u00e7\u00f5es defensivas alargando a cintura de muralhas, abrangendo o po\u00e7o inicialmente de fora protegendo a sua entrada que era feita pelo interior do burgo. Uma linha de novas muralhas englobou a cidadela e o aglomerado populacional que j\u00e1 se havia estabelecido fora dela. Foi constru\u00edda uma importante torre de menagem, perif\u00e9rica e saliente relativamente aos muros, para melhor defender o lado Sul, de mais f\u00e1cil acesso e ataque. Todos estes refor\u00e7os no sistema defensivo s\u00e3o indicativos da crescente import\u00e2ncia que Castelo de Vide representava em termos estrat\u00e9gicos, tendo o s seus muros experimentado as m\u00e1quinas de guerra e os ass\u00e9dios durante os conflitos com Castela, em que o nosso pa\u00eds foi f\u00e9rtil durante a Idade M\u00e9dia, como na manuten\u00e7\u00e3o municipalidade, adquirida em 1276 quando Castelo de Vide se libertou do termo de Marv\u00e3o para formar o seu pr\u00f3prio concelho.<\/p>\n<p>Lentamente ocorre a expans\u00e3o urbana fora das muralhas do castelo, ainda durante o s\u00e9culo XIV. As condi\u00e7\u00f5es da encosta Sul, com boa exposi\u00e7\u00e3o solar e um declive mais suave, em detrimento das vertentes Norte e Oeste, mais escarpadas e ventosas, determinaram a expans\u00e3o deste arrabalde. A funda\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias igrejas e ermidas extramuros estabeleceram com o castelo eixos preferenciais de estrutura\u00e7\u00e3o da paisagem. Assim aconteceu com o eixo de comunica\u00e7\u00e3o que desde a entrada do castelo procurou encosta abaixo a ermida de Santa Maria, fundada em 1311 no local da actual Matriz. Este eixo foi certamente uma das mais antigas vias de expans\u00e3o, estabelecendo ainda a separa\u00e7\u00e3o entre as duas vertentes da encosta e tamb\u00e9m entre o outro arrabalde onde a nascente, a fonte de \u00e1gua, j\u00e1 utilizada pelos habitantes do burgo em tempo de paz, determinou a expans\u00e3o urbana para esta vertente, compensando assim, os declives mais acentuados e a exposi\u00e7\u00e3o solar menos privilegiada. N\u00e3o se sabe ao certo se um dos arrabaldes ter\u00e1 surgido primeiro que o outro, mas o mais prov\u00e1vel ser\u00e1 terem-se desenvolvido na mesma \u00e9poca vindo este a ser paulatinamente utilizado pelos judeus que de Castela e Arag\u00e3o procuravam ref\u00fagio ap\u00f3s a sua expuls\u00e3o do reino vizinho. Muitos se ter\u00e3o estabelecido em Castelo de Vide por estar pr\u00f3xima da fronteira e da portagem de Marv\u00e3o, fazendo aumentar a comunidade judaica aqui existente e certamente contribuindo para o desenvolvimento que iria caracterizar a Vila.<br \/>\n\u00c9 poss\u00edvel ter uma ideia, ainda que um pouco fal\u00edvel, do desenvolvimento urbano que a vila apresentava at\u00e9 ao s\u00e9culo XVI pelos desenhos de Duarte d&#8217; Armas, as mais antigas representa\u00e7\u00f5es que se conhecem da vila, onde se pode verificar que no primeiro quartel do s\u00e9culo XVI, ambas as vertentes da encosta se encontravam constru\u00eddas.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o dedicava-se \u00e0 agricultura, cultivando a vinha, o linho, a oliveira, frutas e cereais e tamb\u00e9m \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de gado. Tamb\u00e9m a ind\u00fastria da moagem aqui se desenvolveu, com v\u00e1rias azenhas a funcionar ao longo das ribeiras de Vide e de Nisa, assim como a ind\u00fastria da fia\u00e7\u00e3o de l\u00e3, tendo como suporte os gados que eram criados no termo da Vila. A partir dos finais do s\u00e9culo XV, princ\u00edpios do XVI, a fia\u00e7\u00e3o da l\u00e3 adquiriu uma tal import\u00e2ncia, que j\u00e1 anteriormente a D. Jo\u00e3o III (1521-1557), era um dos principais mesteres de Castelo de Vide e os seus habitantes passaram a ser apelidados de &#8220;Cardadores,&#8221; Os 885 vizinhos que possu\u00eda em 1527 subiram para 1400 em 1572, e para 1600 em 1603. Na base deste surto populacional esteve o incremento da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, da tecelagem e do com\u00e9rcio com Espanha.<\/p>\n<h3>LOCALIZA\u00c7\u00c3O E CARACTERIZA\u00c7\u00c3O<\/h3>\n<p>O Concelho de Castelo de Vide fica situado no nordeste alentejano e abrange uma \u00e1rea de 255km2 que se encontra repartida por 4 freguesias ( S. Jo\u00e3o Baptista, Santa Maria da Devesa, Santiago Maior, localizadas na sede do Concelho e N\u00aa Sr\u00aa da Gra\u00e7a de P\u00f3voa e Meadas, freguesia rural de Castelo de Vide). Estando delimitado pelos concelhos de Marv\u00e3o a sudeste, Portalegre a sul, Crato a sudoeste, Nisa a norte e Espanha a nordeste, tendo o Rio Sever como linha de fronteira para chegar a Castelo de Vide, vindos do Norte ou de Sul a A23 e a IP2 vieram melhorar substancialmente os acessos.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o residente \u00e9 de 4144 habitantes, que corresponde a uma densidade populacional de 15,64%.<\/p>\n<p>A economia local assenta na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. e no turismo.<\/p>\n<h3>UM MUNDO DE HIST\u00d3RIA E UM PARAISO A VISITAR<\/h3>\n<p>&#8220;CASTELO DE VIDE: vilazinha medieval, cidadezinha moderna&#8221;, como um historiador local a definiu, re\u00fane um conjunto de val\u00eancias que a tornam singular e admir\u00e1vel.<\/p>\n<p>Da hist\u00f3ria, herdou vastos e ricos patrim\u00f3nios. Se, por um lado, a arquitectura civil soube ir sedimentando, casa sobre casa, s\u00e9culo ap\u00f3s s\u00e9culo, um casario harmonioso e singular, por outro, a arquitectura militar, colocando pedra sobre pedra, defendeu os moradores e as sucessivas guarni\u00e7\u00f5es acasteladas atrav\u00e9s de s\u00f3lidas e imponentes muralhas, baluartes e torres &#8211; hoje miradouros de paisagens que desafiam os pr\u00f3prios limites da vis\u00e3o humana.<br \/>\nDesde as ruelas sinuosas e cal\u00e7adas floridas do Burgo e Judiaria Medievais at\u00e9 \u00e0s Pra\u00e7as modernas e s\u00f3brias, destacam-se elementos art\u00edsticos e s\u00edmbolos que perpetuam e monumentalizam a mem\u00f3ria de culturas, de personalidades e de viv\u00eancias, trazendo a cada momento do presente os mist\u00e9rios e o fasc\u00ednio do passado.<\/p>\n<p>Este conjunto patrimonial, integralmente classificado como monumento nacional, resulta hoje num Centro Hist\u00f3rico Not\u00e1vel, circunscrito por cerca de 2,5 km de muralhas, proporcionando roteiros e ambientes maravilhosos e recebendo anualmente milhares de visitantes que a ele ocorrem vindos de todo o mundo.<br \/>\nMas aqui a natureza tamb\u00e9m foi pr\u00f3diga. Nestes campos vivem esp\u00e9cies vegetais e animais de origem mediterr\u00e2nica, atl\u00e2ntica e continental, que coexistem numa paisagem de qualidade e intensa de contrastes. Esta riqueza ambiental permitiu classificar o lugar em \u00e1rea protegida, parte integrante do Parque Natural da Serra de S\u00e3o Mamede, onde os percursos convidam ao encontro e \u00e0 descoberta da natureza.<\/p>\n<p>A magia e a beleza deste Lugar completam-se com a forte heran\u00e7a cultural, enraizada por sucessivas gera\u00e7\u00f5es de homens e mulheres, an\u00f3nimos ou ilustres, que a comunidade local ainda orgulhosamente preserva. No ciclo das festividades anuais assumem um valor inigual\u00e1vel alguns momentos, que consubstanciam s\u00e9culos de tradi\u00e7\u00f5es, de usos e costumes: manifesta\u00e7\u00f5es duma personalidade colectiva de pessoas af\u00e1veis e hospitaleiras habituadas a receberem forasteiros e a despedirem-se como amigas.<\/p>\n<p>Aqui, onde o tempo \u00e9 vida, ningu\u00e9m \u00e9 indiferente \u00e0s matizes da paisagem envolvente, \u00e0 textura da pedra, aos sabores e aromas que transportam os segredos que a hist\u00f3ria confeccionou. Aqui, onde o tempo \u00e9 tempo, vale a pena conhecer e desfrutar, demoradamente, caindo na doce nostalgia e quietude que a vila oferece e guardar o Lugar na mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>Castelo de Vide, terra fundada na medievalidade, vive hoje preservando os seus marcos identit\u00e1rios ao mesmo tempo que assume um desenvolvimento integrado e sustentado dos seus recursos end\u00f3genos, ambicionando manter padr\u00f5es de modernidade e planificando um futuro pr\u00f3spero para as gera\u00e7\u00f5es vindouras.<\/p>\n<p>Ao Mundo Global que hoje trilha por estes caminhos virtuais, fica, pois, aqui este convite \u00e0 realidade, apresentado por palavras e imagens infinitamente incompletas face ao deslumbramento desta &#8220;vilazinha medieval, cidadezinha moderna&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Perde-se nas brumas do tempo e das lendas a raz\u00e3o pela qual foi criada uma pra\u00e7a-forte neste local. 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